sexta-feira, 23 de setembro de 2011

O Olho de Hórus particular de Naomi Campbel



Uma residência em forma de meia lua, com 25 dormitórios, erguida em uma ilha particular no Mediterrâneo. Isso é o que Naomi Campbell entende por casa de praia. Afinal, essas são as principais características de sua residência de verão, na Isla Playa de Cleopatra, na Turquia.
Todo o conceito empregado na construção é do arquiteto espanhol Luis de Garrido, que deu de presente o projeto para a amiga. Em troca, ganhou toda a liberdade – sobretudo nos gastos – para ousar na criatividade.
Concebido de acordo com o formato do Olho de Hórus (divindade egípcia cujo olho é usado como amuleto de proteção em diversas parte do mundo), o desenho prevê que a casa seja sustentável, autossuficiente em termos de energia e outros recursos.
 Tudo nela parece irreal: a temperatura sempre ideal, o vento constante, os jardins internos, a iluminação e o aquecimento totalmente eco-eficientes.
O projeto é baseado em um domo central estruturado em metal e fechado com imensos panos de vidro que garantem iluminação natural durante o ano. Por conta das soluções que promovem o aquecimento natural no interior da casa, jardins internos e claraboias inclinadas complementam o conforto, reduzindo o calor nos meses mais quentes. Distribuídas em degraus, as aberturas garantem a ventilação natural no tórrido verão turco.
Com 25 dormitórios e cinco salas, a casa tem energia inteiramente proveniente de um sistema geotérmico de armazenamento combinado a painéis de energia solar. A ilha conta, ainda, com uma mini-usina de tratamento de esgoto e, além disso, todas as construções incluem sistema de coleta e reaproveitamento de água da chuva. Por dentro, a casa mais parece um terraço-jardim, de onde é possível observar em 360 graus as deslumbrantes vistas da propriedade, do continente e do mar.



quinta-feira, 15 de setembro de 2011

Automação para todos!

Quem ainda acha que automação residencial é coisa de milionário deve se surpreender com este dado: mais de 1,8 milhão de sistemas desse tipo serão vendidos este ano em todo o mundo. A informação é da empresa americana ABI Research, que inclui no levantamento produtos dos fabricantes conhecidos (Scenario, Crestron, Cisco, Lutron, todos por sinal com distribuição no Brasil). Para 2016, a previsão é de chegar a 12 milhões de sistemas vendidos e instalados.
Se formos considerar o número de residências que existem ao redor do mundo, claro que esses dados não significam muito. Mas a conta a ser feita é outra. O que está sendo vendido agora é produto de um trabalho que se pode chamar de "formiguinha", realizado por esses fabricantes e seus distribuidores em vários países. A partir deste ano, a brincadeira começa a ficar mais interessante, com a entrada em cena das operadoras de telefonia, banda larga e TV por assinatura, que buscam agregar a automação a seus pacotes de serviços. No Brasil, isso já é feito pela Telefônica, mas em breve começará a ser oferecida também aos assinantes da Net, Sky, Embratel, Oi, entre outras.
Nos EUA já é possível ter sistemas englobando monitoramento de luzes, ar-condicionado e controles de acesso, inclusive com câmeras de IP pelo custo de US$9,99 por mês (serviço oferecido pela Verizon, maior operadora dos EUA). A Comcast, maior do setor de TV por assinatura, também está entrando nesse campo. À partir de agora será cada vez mais fácil todos terem automação em suas casas, e sem precisar gastar uma verdadeira fortuna.




Fonte: Revista Home Theater e Casa Digital.

terça-feira, 6 de setembro de 2011

Casa de 'Up - Altas Aventuras', agora de verdade!

   Foi idéia do empreiteiro Bangerter Homes projetar a réplica da casa do filme "Up – Altas Aventuras", e com 4 meses de trabalho duro conseguiu construir uma casa IDÊNTICA à de Carl e Ellie (donos da casa na animação). Ela fica em Herriman, Utah, e não só a casa em si, mas todos os móveis, quadros de fotos, cores, papéis de parede, são perfeitamente iguais. Até os balões de gás hélio!


Ela está à venda por US$399,9 mil (cerca de R$635 mil) e tem 260 m² de área.

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

Ao vivo e à cores (e sem óculos!)

Se, entre dez executivos da indústria, dez concordam que os óculos para TVs em 3D são o maior obstáculo para a popularização da mesma, a Toshiba leva o mérito e lançou oficialmente, nessa quinta-feira (01/09), em Berlim, a primeira TV em 3D de tela grande que dispensa o uso de óculos, exibida na première mundial concebida pela divisão européia. Sendo o sonho de muitos usuários, o aparelho batizado de ZL2 é capaz de gerar imagens com o dobro da resolução dos modelos atuais (3.840 x 2.160 pixels), características do tipo Quad Full (FHD).

Isso tudo é possível graças ao novo processador CEVO, desenvolvido pela própria Toshiba, que traz uma série de avanços, sendo uma delas o processamento separado das duas imagens que formam o efeito tridimensional (ambas em Full-HD). Com nada menos do que sete núcleos, o chip CEVO se incumbe ainda de ajustar automaticamente a imagem conforme a luminosidade, calibrar os sinais recebidos de todas as fontes conectadas à TV e até ajustar o ângulo de visão de acordo com a posição de quem está assistindo.

Com 55 polegadas (139 cm na diagonal), o ZL2 mereceu aplausos quando as cortinas se abriram e foi oficialmente exibido à mídia. Essa até agora foi, com certeza, a apresentação mais concorrida da IFA, prova de que há realmente enorme ansiedade por esse lançamento. Portanto, é claro que Masaaki Ozumi, CEO da divisão de TV da Toshiba, foi convidado para fazer o discurso de abertura da IFA 2011, no dia 02/09. "Temos certeza que estamos abrindo uma nova era para o mercado mundial", disse Ozumi, orgulhoso ao ver a repercussão de seu produto.

Fonte: Revista Home Theater

quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Segredo para uma qualidade de som superior no seu fone


 Há várias configurações possíveis para fones de ouvido. Os mais populares atualmente são os do tipo intra-auricular, aqueles pequenos que são posicionados praticamente dentro do ouvido e que acompanham a maioria dos players portáteis e telefones celulares. Sua maior vantagem com certeza é a sua praticidade, afinal, é ótimo o fato de conseguir carregar seu fone de ouvido no bolso. Para audições mais apuradas, há os modelos maiores, que se sobrepõem ou envolvem totalmente as orelhas. Os do tipo “aberto” permitem que parte do som vaze para o ambiente e, por não isolarem totalmente o ouvinte, facilitam o acompanhamento do que acontece à sua volta. Já os do tipo “fechado” possuem características inversas, mantendo o som somente nas orelhas do ouvinte, e geralmente captam melhor os graves. 


Mas nada disso interfere nas preferências pessoais. Independente do tipo desejado, é importante conhecer a resposta de frequências e impedâncias dos fones. De forma simples, a resposta das frequências informa a gama de sons que os fones serão capazes de reproduzir, dos mais graves aos mais agudos. Quanto maior essa faixa, melhor. Já a impedância indica o quanto esses fones exigirão de amplificação para apresentarem bom desempenho.
Exemplificando em números, fones com impedância entre 16 e 100 Ohms geralmente atingem bom nível de pressão sonora mesmo quando conectados a equipamentos portáteis ou a placas de áudio de computadores e notebooks. Por sua vez, há modelos de elevado padrão que possuem impedância nominal acima dos 300 Ohms, exigindo o uso de um amplificador de fones dedicado. Isso acontece porque muitas vezes as saídas dos equipamentos de áudio não possuem nível suficiente (em Watts) para exercer adequadamente os fones, resultando em som baixo, frouxo e sem definição.

A questão é que a maioria dos usuários sequer sabe da existência de amplificadores especiais para esse segmento. Se, por um lado, os fabricantes de fones não dão a devida importância ao tema, por outro lado, os distribuidores atuantes no Brasil parecem também não fazer a mínima questão de divulgar a solução.
Atualmente já existe um amplificador dedicado de dimensões minimalistas (custa em média US$ 30 e é menor que uma caixa de fósforos), que é alimentado por uma bateria interna, recarregada toda vez que o pequeno é conectado a uma porta USB.
Suas pequenas dimensões o tornam especialmente adequado ao trabalho junto a players portáteis, mas a extensa resposta de frequências (10Hz a 100kHz) e bom nível de saída (aceita fones de 16 a 300 Ohms) o capacitam a ir além. Dentre todos os acessórios, esse é uma ótima relação entre custo x beneficio para quem deseja extrair melhor rendimento de seus fones.

terça-feira, 30 de agosto de 2011

Faça chuva, faça sol


   Áreas externas das casas e dos prédios de apartamento são cada vez mais usadas para o lazer dos moradores. E boa parte deles está descobrindo os benefícios da sonorização desses ambientes. Varandas, churrasqueiras e espaços de convivência, assim como piscinas e quadras esportivas, podem se tornar bem mais agradáveis com o uso de música ambiente.

   Essa tendência pode ser confirmada na revista HOME THEATER & CASA DIGITAL, “Vivemos num País tropical, característica que combina com a distribuição de caixas acústicas por vários ambientes, inclusive áreas externas”, afirma Carlos Dalmarco, da Syncrotape, que representa no Brasil a marca canadense de caixas Acústicas Paradigm.
   Mas, obter um bom rendimento sonoro em espaços abertos e sujeitos a variações climáticas não é uma tarefa simples. Em primeiro lugar, áreas externas exigem o uso das caixas acústicas chamadas outdoor (ou all-weather). Disponíveis em vários formatos, tamanhos e cores, esses modelos são produzidos para suportar variações climáticas, que incluem sol, chuva, vento, calor e frio.

   E nem todas as caixas externas são iguais. “Nas varandas ou nas áreas cobertas por laje, telhado ou forro de gesso, costumo sugerir o uso de modelos de embutir”, comenta o projetista Roberto Molnar, que representa as caixas Projekt, de fabricação nacional. “São modelos indicados para áreas com pé-direito entre 2m80 e 3m. Como existe uma grande dispersão sonora em áreas abertas, convém manter uma distância de, no máximo, 3 metros entre cada caixa externa de embutir.”

Projeto com caixas à prova de tempo instaladas na beira da piscina.

   A instalação é simples e segue os mesmos passos de um projeto de home theater com caixas embutidas. De qualquer forma, o acompanhamento de um profissional especializado é indispensável. Depois de dimensionar o número de caixas e o local exato onde serão colocadas, chega o momento de fazer os recortes no gesso ou na alvenaria (menos comum), levando em conta os moldes disponibilizados pelos fabricantes. Procure preencher o espaço entre a caixa e o forro com lã-de-rocha, material com propriedades acústicas (capaz de evitar vibrações). Molas e parafusos garantem o correto travamento das caixas de embutir, que, em geral, exigem um recuo no gesso de até 15cm.

    Em certos projetos, melhor do que embutir as caixas é optar por modelos compactos totalmente selados, suspensos com a ajuda de suportes. Mas não são caixas convencionais, pois estas não resistiriam às constantes mudanças climáticas. Nesse caso, o gabinete, por exemplo, deve ser feito de material rígido e resistente à ação do tempo. Em geral, é usado um plástico de polipropileno durável, ou uma variação desse, o chamado ABS, que suporta bem as vibrações e é projetado para resistir às diferentes situações meteorológicas. Já as caixas de plástico recebem resina resistente a raios ultra-violeta (UV). E vale a dica: os gabinetes de madeira não são indicados em locais sujeitos a chuva e umidade.

 Componentes internos também devem ser resistentes à oxidação e precisam estar protegidos – através de uma eficiente vedação – contra umidade, água, sujeira e insetos. Cones de polipropileno ou kevlar (material leve e forte, usado para anular as ressonâncias indesejáveis) são bastante utilizados para os alto-falantes de médias e altas frequências. Tweeters de alumínio ou de titânio também são bem-vindos, já que esses metais apresentam maior resistência à maresia e à umidade. Para as telas, recomenda-se o uso de alumínio (ou outro material à prova de ferrugem) e aço inoxidável.

       os terminais costumam ser banhados a ouro. E lembre-se: se a caixa oferecer suporte com múltiplas regulagens você não terá dificuldades para instalar em lugares pouco convencionais – pontos muito altos, como tetos; ou extremamente baixos, como pisos.

     Outro aspecto importante é o grau de dispersão do som em ambientes externos. Portanto, é preciso ficar atento à maneira como o áudio é distribuído pela área desejada para proporcionar rendimento satisfatório. Em áreas externas, como não há superfícies para refletir o som, o índice de dispersão é grande e variável. Isso pode ocasionar “vazios sonoros” entre as caixas, que costumam admitir de 60W a 100W de potência.

     Para garantir a uniformidade do áudio, Luciano Cavalcante, da Projessom, loja especializada de Fortaleza, recomenda manter uma distância proporcional entre as caixas. Não é por acaso que várias caixas outdoor são omnidirecionais, ou seja, podem dispersar o som em todas as direções. “Os locais com maior concentração de pessoas costumam receber mais caixas, pois nesses pontos espera-se melhor desempenho sonoro do sistema”, diz ele. E na hora da limpeza das caixas, basta passar um pano úmido no gabinete, ou uma esponja macia com sabão neutro, para reduzir sujeira aparente ou os efeitos da maresia – se a casa for em cidade litorânea. “A aplicação de silicone em gabinetes com revestimento de proteção contra raios solares ajuda a ampliar a durabilidade da caixa”, afirma Cavalcante.



*Texto publicado originalmente na revista HOME THEATER & CASA DIGITAL

segunda-feira, 29 de agosto de 2011

Lembra do típico wallpaper do Windows XP?




Sim, é ela mesma! A famosa imagem do wallpaper padrão do Windows XP é provavelmente uma das mais vistas de todos os tempos, diz o The Next Web.  Essa imagem foi fotografada em 1996 pelo americano Charles O'Rear, na Califórnia. Segundo ele, não houve qualquer manipulação digital. 

Depois disso, no entanto, o local foi transformado num vinhedo, e uma foto tirada em 2006 mostra uma paisagem bem diferente daquele cenário paradisíaco.


Se você quiser, pode até dar uma espiada no lugar usando o Street View - basta acessar o Google Maps e inserir as coordenadas 38.248966, -122.410269.
Que diferença!